sexta-feira, abril 06, 2007
Você me olha sério?
quarta-feira, abril 04, 2007
Desafios dos 3 versos *
a garrafa quebrada de raiva
mas seu adeus me corta
muito mais que os cacos
Autotortura
pensar,de brincadeira, você com outra
faz de mim atriz que não sou
de tanto que eu sinto e choro
Amarga Escolha
Dez amores eu quis
mas só a um
dei meu amor
Amálgama
Amálgama
Prata da tua boca
Que eu gosto de provar
Pressão
partículas comprimidas por entre paredes sólidas
vozes que te encostam na parede
você, partícula.
Esperança
Esperança herança humana
Ser outro bicho
me deixaria Desesperada
*Quem quiser brincar de poeta também, entra na Comunidade "Em 3 versos todo um sentimento", no orkut!
Endereço http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=28312853
domingo, abril 01, 2007
Enfim!
http://intermidias.blogspot.com/2007/03/blogs-pr-anorexia.html
Viva, viva viva!!!
A Reportagem sobre o assunto saiu ano passado aqui( com uma foto muito mais ou menos, blagh!):
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=372374
Bom, tem outro sobre a análise das mulheres nas capas da revista Veja, aqui:
http://www.comunicacaoempresarial.com.br/rev_artigos4GinaeRegina.htm
Tou tão felizzzzzzzzzzzzzzz!!!!!!!!
quarta-feira, março 28, 2007
Reprise
de março dos dois anos anteriores? Acabei de descobrir ( e é mesmo uma descoberta), que perdi o som do carro exatamente a um ano, e eu estava tentando resolver a todo custo ( $$$-mesmo) um problema que eu havia gerado. Isso é positivo. Mas eu não soube chegar pro meu pai e assumir meu erro antes de tentar resolver, adiei um diálogo por medo. Isso é negativo. O escrito de 2005 é mais enigmático, diz exatamente isso: "De volta à vida real. Bem vindos." ( Gina cita Gina, que horror!)...acho que pra ter escrito isto eu devia estar voltando de algum dos meus períodos de devaneio.
Engraçado, pra mim é muito engraçado...a conclusão que chego é que, sinceramento, tenho melhorado na vida, e piorado na escrita.
domingo, março 25, 2007
Cinema Hoje...o espetáculo continua?
Atualmente, a internet, os equipamentos digitais e a facilidade de acesso aos filmes e programas de edição causam uma crise de sentido no que seria o cinema. Cinema é um filme produzido em película? Ou vale se for digital transmitido por satélite? Cinema é um filme que experimento numa sala comercial escura comendo pipoca junto com desconhecidos? Cinema é o filme que ainda nem estreou nas salas, mas que eu já “baixei” da internet e vi? É o DVD pirata ou não que eu comprei e que me permite desconstruir o filme, ver o segredos de produção, desmagificar as mágicas? É o filme que eu produzi com minha câmera na mão a partir de uma idéia que tive com uns amigos e joguei lá no youtube ou inscrevi num festival? Onde antes existia uma certeza e uma convenção, um costume e uma paixão, agora existem possibilidades e dúvidas de definição, pois essa afetação das imagens, das narrativas, da metalinguagem filma, gera uma plasticidade diferente, uma interatividade outra. Para mim, cinema é uma criação filmíca que permite estabelecer contato, relação com o(s) outro(s). Como arte, há o criador, que tão logo se torna espectador de sua obra, e os espectadores que recebem este sentimento, esta idéia, que são afetados por ela. Portanto, a meu ver, o cinema está dentro de cada uma das questões acima. Sim, há as questões comerciais, modificações na forma de consumo, e a necessidade de adaptação ás novidades que geram transformações e que surgem a toda hora, mas a essência é essa. Apesar da quebra paradigmática, melhor dizendo, incrementado e desafiado por esta quebra, o espetáculo continua.
sexta-feira, março 09, 2007
Quase lá*
*sim, isto é um desabafo por ter sido reprovada no concurso da Sefaz. Último colocado:199
Gina Emanuela:198. É muito quase pro meu gosto.
sábado, março 03, 2007
Entrelinhas
Ela disse:
_ Não, eu não quero que você goste de mim porque eu sou a única mulher que você tem. Quero que você sinta que pode ter outras, todas a mulheres, e mesmo assim esteja comigo porque escolheu; porque me quis e eu te quis e continuamos nos querendo.
_ Mas é exatamente isso!
_ Então, porque eu não sinto?
Ele deu um suspiro indignado acompanhando de um sorriso, ao mesmo tempo em que levantava os ombros e balançava a cabeça. E a olhou tentando compreender. Não sabia por que ela não sentia. Não sabia por que tinha dias em que ela estava impossivelmente carente, insegura, cheia de questões, tentando encaixar o amor deles em alguma teoria. Ele a amava, ah, como amava. E a olhou mais nos olhos desamparados que já continham o brilho de uma lágrima. Teve o ímpeto de tomá-la nos braços, e carinhá-la tanto, e beijá-la tanto; que qualquer fantasma seu não suportasse tanto afeto e fosse embora pra nunca mais. Mas não fez isso. Não, pois ele queria que ela se tornasse uma forte. Uma mulher forte e segura. Tinha como objetivo tirar dela o que a diminuía, principalmente quando era fruto de uma ilusão maléfica e desnecessária. Jamais negaria apoio e perdões se ela tivesse razão. Porém naquela hora não, por mais que olhinhos dela pedissem.
_ Você não se importa nem quando eu choro.
_ Mas você não tem porque chorar agora, ô meu Deus! Olha..._ disse ele enquanto levantava de leve seu queixo_ Porque você está aqui agora?
_ Porque eu te amo.
_Certo. E porque eu estou?
_Porque você me ama.
_Certo. Porque é assim que tem que ser. Porque temos muita sorte de amarmos um ao outro e podermos estar juntos. Não entendo porque você diz que não sente se você sabe!
Ela engoliu cuspe que tinha na boca, mordeu os lábios e o encarou. Não tinha coragem de lhe dizer que tudo que ela queria agora era que ele a abraçasse, que fizesse carinhos e a beijasse até não ser mais preciso falar coisa alguma, até o amor que ela sabia que ele sentia penetrasse sua pele como calor, um calor que conforta. Considerava um pedido desses uma humilhação, uma súplica. Se ela o fizesse ele a acharia uma fraca, e ela não era uma mulher fraca, só não tava num dia muito bom. Continuou a olhá-lo tentando transmitir sua ânsia através do olhar. Mal sabia que ele já havia percebido e preferido passar por insensível para fazê-la crescer.
_ Você me olha como quem guarda um segredo, menina.
Ela sorriu dando-se conta que tinha um eu te amo com aprendizado de brinde vindo daquela frase. Só então ele a abraçou, a carinhou e etc, etc, etc.
quinta-feira, março 01, 2007
retalhos de um acesso de raiva na madrugada
Se o meu projeto de mestrado fosse sobre isso eu escreveria mais e melhor. Mas é ele o que eu tenho que fazer e isso o que tenho que conter. Mas também soube que faz mal engolir raiva. Porque que a minha cabeça não explode de uma vez por todas? Porque sou tão boazinha e digo que tá tudo bem quando não tá? Não tá. E acabo destratando o pober do meu irmãozinho que só quer ajuda na tarefa. E o rancor sai todo espalhado pro lado errado. A conseqüência é que fico assim, uma salada de raiva, pena e culpa de mim.
Preciso fabricar meu próprio antídoto. É, preciso, mesmo que eu não entenda direito a finalidade da vida. Mesmo que eu não aceite o fato do meu tio está lá naquela cama de hospital. Meu tio pareceu tão debilitado, pareceu tanto com minha mãe...e eu não consigo suportar sem choro nas calçadas uma visão assim. uma lembrança dessas. Então a pessoa envelhece. Ou adoeçe. E outros estão no Banco por pedaços d epapel com valor. ali no Bom de Vera cheios de gula. E outros rezam ali na igreja , Meu Deus!, porque eles também não entendem nada e precisam de uma resposta pra seguir em frente.
Eu também preciso. tanto.
domingo, fevereiro 25, 2007
Conto: Mulher-esqueleto e a solidão
"Era uma vez uma mulher. Ela havia feito alguma coisa que seu pai desaprovara. Nem ela mesma sabia do que se tratava e ele a lançara impiedosamente no mar. Os peixes devoraram sua carne e arrancaram seus olhos e ela ficou lá pobre esqueleto a rolar com as correntes. Um dia um pescador solitário veio pescar naquela baía. Seu anzol foi descendo e descendo e ele encontrou algo. Deve ser um grande peixe, ele pensou. De fato era tão grande o peso daquilo que ele pensava ser um peixe que quando mais ele lutava mais aquilo se enredava na linha da rede que ele lançara ao mar. De repente ele se voltou para olhar a rede e deparou-se com aquele esqueleto, horrível. Ele a soltou do barco sem reparar que estava presa e remou, remou, desesperadamente para terra. Ao descer do barco ele verificou que aquela terrível coisa o acompanhara. Ele corria para casa e o esqueleto vinha atrás dele, ele gritava e ela o acompanhava, o tempo todo ali, enredada na vara de pescar. Finalmente ele chegou a seu iglu e atirou-se no chão, sentindo-se finalmente seguro. Então, ele acendeu sua lamparina de óleo de baleia e ela estava ali, jogada, amontoada num canto, um calcanhar sobre um ombro, um joelho preso nas costelas. Ele teve novamente medo, mas algo lhe aconteceu. Talvez fosse a expressão do esqueleto, se é que podem ter expressão. Talvez fosse a solidão em seu peito. O certo é que ele teve compaixão daquele ser e lentamente começou a desenredá-la. E cantava, cantava. Depois ele a cobriu com ternura. E ela pensava o tempo todo que queria ficar ali, aquecida, cuidada como jamais o fora. O homem teve sono e dormiu e enquanto dormia uma lágrima correu de seus olhos, talvez provocada pela compaixão, talvez provocada pelo coração finalmente pleno. A mulher-esqueleto viu a lágrima e aproximou-se, e bebeu a lágrima e quanto mais bebia, mais lágrimas saíam. Ela saciou sua sede de anos. Ela estendeu a mão e retirou de dentro do peito do homem seu coração. Ela começou a batucar nele pedindo por carne. Tum, Tum, carne, carne ela cantava em voz alta. E seu corpo miraculosamente se enchia de carne. Quando finalmente recobrou seu corpo ela devolveu o tambor ao homem e deitou-se a seu lado. Pela manhã eles acordaram juntos e abraçados e não separaram mais."
Este é um conto do povo Inuit - tribo do Canadá - de rara beleza que fala do maravilhoso sentimento da compaixão, compaixão que pode preencher o coração do pescador solitário e devolver a vida a uma mulher abandonada pelo pai à própria sorte. Fala da capacidade de olhar para elementos estranhos vindos do inconsciente - das profundezas do mar - através do amor. Amor pelo que não é tão bonito em nós, amor pelo que não é tão bonito nos outros.
Associamos o conto aos florais do grupo da solidão para pessoas que ficam isoladas: Impatiens, Heather e Water Violet que nos falam, em desarmonia, da incapacidade de olharmos para os outros com olhos regidos pelo coração. Em Impatiens porque estamos preocupados demais com a lerdeza do outro, temos pressa, muita pressa, não teríamos paciência para desenredar o pobre esqueleto! Em Heather porque queremos apenas falar de nós, porque não queremos ficar sozinhos, porque temos um buraco dentro de nós mesmos que não sabemos preencher, porque estaríamos preocupados com nosso próprio sofrimento e jamais com a pobre mulher-esqueleto! Em Water Violet porque não sabemos nos doar e nos distanciamos das pessoas, jamais compartilharíamos de nosso coração e de nossas lágrimas com outro ser! Em harmonia, porém, encontraríamos alguém com quem compartilhar nossa vida, uma mulher-amante, companheira para sempre. Encontraríamos alguém para que, batendo em cadência, as mínimas batidas de nosso tambor-coração se transformassem em louvor ao nosso irmão e a nós mesmos.
Mariza HelenaRibeiro Facci Ruiz
Practitioner pela Dr. Edward Bach Foundation
Fonte: http://www.jperegrino.com.br/Florais/mulher_esqueleto_e_a_solidao.htm
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Pega-pega ou João-ajuda?
Depois fiquei pensando se essa brincadeira era melhor, por estimular o espírito de solidariedade ou
se era mais perversa que pega-pega, porque no final das contas estarão todos os brincantes reunidos no sentido de pegar aquele um que sobrou...
O mais esperto. Agora, se vira.
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Intuição
Não preciso me enxugar ao sair do banho se estiver com calor. E não há nada demais em sentar de frente ao ventilador, por mais que me digam o contrário. Sei o que me agrada. Sei que me desagrada a percepção de coisas nascentes, ainda tênues, ainda tão sutis. Sexto sentido feminino? Não me importo. Pra você pode ser mérito. Mas eu, eu não gosto de saber ver tanto e ser condenada a sentir antes do tempo. Bom ou ruim, que seja a seu tempo. Ou continuará a me acompanhar aquela incômoda sensação de descompasso com o mundo. Mundo devagar! De vagar depois de mim.
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Ter ou não ter namorado, eis a questão
Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabira, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas namorado mesmo é muito difícil.Namorado não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio, e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.
Quem não tem namorado não é quem não tem amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento, dois amantes e um esposo; mesmo assim pode não ter nenhum namorado. Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche da padaria ou drible no trabalho.
Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar lagartixa e quem ama sem alegria.
Não tem namorado quem faz pactos de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade, ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de curar.
Não tem namorado quem não sabe dar o valor de mãos dadas, de carinho escondido na hora que passa o filme, da flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque, lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada, de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia, ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir, fazer sesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele; abobalhados de alegria pela lucidez do amor.
Não tem namorado quem não redescobre a criança e a do amado e vai com ela a parques, fliperamas, beira d'água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não se chateia com o fato de seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais.
Não tem namorado quem ama sem se dedicar, quem namora sem brincar, quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.
Não tem namorado que confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.
Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando 200Kg de grilos e de medos. Ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesma e descubra o próprio jardim.
Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenção de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteio.
Se você não tem namorado é porque não enlouqueceu aquele pouquinho necessário para fazer a vida parar e, de repente, parecer que faz sentido.
Artur da Távola
domingo, dezembro 31, 2006
quinta-feira, dezembro 21, 2006
...
se vocêquando as ler
vai pensar racionalmente?
Porque, então, me desmanchar em doces e eternas declarações?
Se você vai querer
verificar-lhes a aplicabilidade em qualquer situaçãoa qualquer tempo...
Pra quê juras?
Se vai tentar espremer minhas apaixonadas palavras
Até conseguir deixá-las secassem uma gota sequer do mais puro amor...
Um eu te amo hoje lhe basta
É tão suficiente que quase transborda
E tenho que ficar me contendo
sem querer
sem te dizer os exageros que preciso dizer
só porque ninguém sabe o que no futuro será verdade sobre nós
Não, eu não mesquinho amor
só de tentar me dói
Delimitar? Não! Des-limitar...
Sim.É um erro achar que qualquer coisa se esgotou, que qualquer um é o que é. E pronto. A pessoa que você mais conhece, o tempo muda, e é seu dever reinterpretá-la. Porque se não.
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Ô Mãe ...
Cadê tu?
Pra me dizer
O que fazer
Pra me fazer obedecer
Que hoje é ruim
Ser livre e jovem
Cadê tu?
Pra me mandar
E eu fazer o contrário
Pra eu me danar
E sentir prazer de desafio
Pra eu supor escolha
E achar bom viver
Que ser jovem é tudo poder!
Ô Mãe
Mas isso é mentira
sábado, novembro 25, 2006
quarta-feira, novembro 22, 2006
Esperamos que passe ... ou não
O "x" da questão é saber identificar o tal do pico.
tou achando meu pico altamente maleável . Argh!
segunda-feira, novembro 20, 2006
Papo filosófico
Ou
Será que a liberdade é apenas o desconhecimento das causas que nos levaram a agir determinada maneira, como diz Spinoza?
...são questionamentos que retornam inesperadamente em uma noite de domingo, quando não se faz o de sempre, quando se conhece gente nova, e gente boa. Questionamentos que não eram pra vir agora, e não se pode deixar pra depois.
?

